8.11.12
folhas
Pedacinhos de nós estavam espalhados pelo chão. Alguns eu empilhava nas mãos, outros o vento carregava como folhas secas. Triste fim. (sarah maia)
céu
Eu tão só, me questiono olhando para esse céu pintado de escuro.
O que me tem tirado você? (sarah maia)
O que me tem tirado você? (sarah maia)
Soletrar
Sim, você me deu flores e eu apenas as deixei que caíssem murchas. Mas de alguma forma quero que você saiba que sinto falta da sua pele quente sobre a minha e desse riso tão doce, tão certo, tão bom para mim. Desculpas, mas eu não fingi esse apreço que tenho por você. E então? O que são as respostas? Eu, estou aqui, engolindo todo o meu orgulho, não exatamente na sua frente, mas você sabe. Você me deu todo o seu amor e tudo que eu lhe dei foi um aceno. Eu entendo que não queira me ver mais. Sinto saudades. Mas eu não posso mudar as coisas e nem soletrar o tamanho da falta que você faz. E então? E então deixa estar. (sarah maia)
2.11.12
sms
Eu pego o celular e disco o seu numero. Chamando... Interrompo.
Escrevo uma sms qualquer e desisto no meio. Ir atrás não valerá
a pena, valerá? Penso, repenso, torno a pensar, penso de novo,
e enfim reconsidero a idéia de tomar banho e esquecer essa idéia
de sms e de querer saber como você anda - Quem sabe você não
escorre pelo ralo do banheiro junto com a água e a espuma do
meu sabonete - mas daí algo na minha encefalina me faz focar
em você. Mentalmente, te olho sem parar. Droga! De repente lá
estou eu, escrevendo a sms... ''tudo bem pequeno?'' apago.
''por que?'' apago. ''ta em casa? (:'' apago. ''queria te ver e...''
apago. - você não replicaria de volta, te conheço - Ligo pra
uma amiga e ainda bem que o assunto não é você, dou umas
risadas, marco algo e desligo. Daí você regressa insurpotável. E de
novo, começo uma sms. Não prossigo. Checo o facebook.
O seu, aliás. Nenhuma novidade. E então a vontade de te procurar
me invade muito. Eu preciso te encontrar de qualquer jeito,
mesmo que online nesse bate papo tedioso. Digito ''saudades''
apago. Lembro da sua frieza, da sua forma de olhar a vida, do
seu calculismo e admito, é disso que eu gosto! Mas entrecorto
minha atitude de ir atras. Mas você precisa saber de alguma
forma que ando te precisando desde a ultima vez que nos vimos.
E eu sei que você vai rir se souber disso, vai dar de ombros e
pensar em si mesmo. Mas eu te preciso! Pelo menos agora. E eu
não iria expor isso, claro. Mas já que escrevo, escrevo para
falar do seu sorriso torto que me espalha pelo ambiente inteiro.
Sabe, aquele seu sorriso de olhar? Me trás ele, me trás você.
Só não me trás os pretéritos imperfeitos. Desisto de começar
de novo, eu quero continuar. Com você. E você sabe que é de você
mesmo que falei nesses versos mudos acima.
(sarah maia)
Escrevo uma sms qualquer e desisto no meio. Ir atrás não valerá
a pena, valerá? Penso, repenso, torno a pensar, penso de novo,
e enfim reconsidero a idéia de tomar banho e esquecer essa idéia
de sms e de querer saber como você anda - Quem sabe você não
escorre pelo ralo do banheiro junto com a água e a espuma do
meu sabonete - mas daí algo na minha encefalina me faz focar
em você. Mentalmente, te olho sem parar. Droga! De repente lá
estou eu, escrevendo a sms... ''tudo bem pequeno?'' apago.
''por que?'' apago. ''ta em casa? (:'' apago. ''queria te ver e...''
apago. - você não replicaria de volta, te conheço - Ligo pra
uma amiga e ainda bem que o assunto não é você, dou umas
risadas, marco algo e desligo. Daí você regressa insurpotável. E de
novo, começo uma sms. Não prossigo. Checo o facebook.
O seu, aliás. Nenhuma novidade. E então a vontade de te procurar
me invade muito. Eu preciso te encontrar de qualquer jeito,
mesmo que online nesse bate papo tedioso. Digito ''saudades''
apago. Lembro da sua frieza, da sua forma de olhar a vida, do
seu calculismo e admito, é disso que eu gosto! Mas entrecorto
minha atitude de ir atras. Mas você precisa saber de alguma
forma que ando te precisando desde a ultima vez que nos vimos.
E eu sei que você vai rir se souber disso, vai dar de ombros e
pensar em si mesmo. Mas eu te preciso! Pelo menos agora. E eu
não iria expor isso, claro. Mas já que escrevo, escrevo para
falar do seu sorriso torto que me espalha pelo ambiente inteiro.
Sabe, aquele seu sorriso de olhar? Me trás ele, me trás você.
Só não me trás os pretéritos imperfeitos. Desisto de começar
de novo, eu quero continuar. Com você. E você sabe que é de você
mesmo que falei nesses versos mudos acima.
(sarah maia)
Assinar:
Postagens (Atom)